A evolução biológica existe? A resposta surpreendente é: sim! Entretanto, o tipo de evolução evidente não é aquela tão comumente ensinada como fato hoje.
Há duas categorias de evolução: Uma é a chamada microevolução e a outra, macroevolução. A primeira é interna de cada espécie, quando pequenas adaptações acontecem em função do ambiente ou pelo acasalamento. A segunda é o conceito de que uma espécie se desenvolve a partir de uma outra, a comumente chamada teoria da evolução, um acontecimento jamais observado.
Um exemplo de microevolução é o cruzamento de cães de várias raças. A faixa é ampla - do minúsculo chihuahua ao enorme São Bernardo -, compreendendo todo tipo de formas e tamanhos. Entretanto, uma coisa é certa: todos são cães. Não há caso de que um cachorro tenha virado um gato, um cavalo nem nenhuma outra espécie. E isso se deve às informações genéticas contidas no DNA do cão.
O homem tem aprendido mais sobre o DNA e as informações armazenadas nos genomas das espécies. Não existe nenhum processo biológico que permita que informações sejam acrescentadas, mas existe a possibilidade de perda. Para que a macroevolução funcionasse e uma espécie se transformasse em outra, seria necessário um acréscimo de informações, algo que já foi reconhecido como uma impossibilidade biológica. Quando um animal se adapta ao seu ambiente, as informações necessárias para a adaptação já constavam originalmente no seu DNA. Mas, no processo dessa adaptação, ocorre a perda das informações que seriam necessárias para a reversão ao estado anterior.
A microevolução acontece, mas é um processo diametralmente oposto ao descrito pela teoria da evolução.
Isso pode ser observado nos cães. Todos os que hoje vivem no planeta descendem do mesmo casal de cães que desembarcaram da arca de Noé há cerca de 4.300 anos, trazendo na bagagem informações genéticas necessárias para suscitar todas as diferentes raças que hoje existem. Entretanto, é impossível restituir a qualquer uma dessas raças a aparência dos primeiros exemplares, porque a diversidade, resultante do intercruzamento, implica perdas irreversíveis de informações. Cada passo da microevolução descarta dados genéticos e por isso, simplifica o conjunto originalmente mais complexo.
Os evolucionistas afirmam que a microevolução (adaptações internas de cada espécie) prova a macroevolução, mas é uma inverdade. O fato é que o processo microevolucionário é justamente o oposto daquilo que os evolucionistas apontam como causa da macroevolução.
Eu acho tão engraçado ler o que você posta,rsrsrs, é um argumento ingênuo, falacioso, mas criativo e divertido de se ler. Já pensou em ser escritor(a)?
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